Em minhas pesquisas e experiência acompanhando o setor turístico, percebo que a palavra “experiência” tem sido o centro dos debates mais relevantes. No segundo dia do evento ESTour, promovido pelo Sebrae-ES como parte do esforço para fortalecer o turismo no Espírito Santo, esse tema ganhou nova luz. No painel mediado por Giulliana Mesquita, head da Azul Viagens, o debate girou em torno dos receptivos turísticos e como eles transformam de fato a vivência do viajante.
O evento não apenas discutiu estratégias e oportunidades, mas mostrou, na prática, como roteiros integrados, experiências autênticas e a capacitação dos empreendedores locais vêm impulsionando o setor. O papel do receptivo turístico ficou evidente como um elo para a conexão, a valorização da cultura local e a garantia de que cada visitante leve consigo memórias verdadeiras do destino. E, naturalmente, a adoção de práticas integradas, como oferecemos na La Vou Eu Business Travel, coloca o foco no acompanhamento próximo e na satisfação total, tanto no turismo a lazer quanto no corporativo. Mas, afinal, o que realmente muda na experiência do viajante quando existe um bom receptivo?
O que foi discutido no ESTour sobre receptivos turísticos?
No encontro, Giulliana Mesquita destacou como o receptivo assume o papel de facilitador para expor destinos brasileiros, além de fortalecer vínculos entre operadores de turismo e seus clientes. Ela ressaltou que o receptivo funciona como extensão da operadora nos destinos, criando uma camada de acolhimento e conexão indispensável para quem viaja. Em sua visão, sem esse suporte, o turista corre o risco de perder experiências significativas e até enfrentar desafios evitáveis. Eu concordo: ter alguém local, preparado para guiar, surpreender e resolver imprevistos pode transformar qualquer viagem.
“A recepção calorosa transforma o visitante em fã do destino.”
A fala de Giulliana ligou perfeitamente com o propósito do evento: investir em experiências que realmente agregam valor, tanto para o viajante quanto para a cadeia produtiva do turismo regional.
Depoimentos e trajetórias: o papel dos principais receptivos brasileiros
Para mim, ouvir relatos de quem vive o turismo no dia a dia compõe o painel ideal para entender que o sucesso do segmento vai além de destinos bonitos. Veja o exemplo da Brocker Turismo, apresentado por Any Brocker. Fundada em 1995, a empresa direcionou seus esforços ao desenvolvimento do turismo de natureza na Serra Gaúcha. Inicialmente, como relatou Any, vender agroturismo, passeios a cavalo, trekking ou enoturismo era um enorme desafio. Era preciso convencer as pessoas de que conectar-se à natureza e às raízes locais tinha valor inestimável. Superar esse obstáculo foi uma virada não apenas para a Brocker, mas para toda a região.
Hoje, a Brocker oferece:
- Agroturismo em fazendas autênticas
- Passeios a cavalo em trilhas seguras
- Trekking e aventuras ecológicas pela serra
- Rafting em rios da região
- Enoturismo, visitando vinícolas premiadas
Esse pioneirismo tornou-se referência em experiências naturebas, o que está em perfeita sintonia com tendências internacionais observadas no Anuário Estatístico de Turismo 2022, que destaca o turismo receptivo aliado à busca por atividades culturais e ambientais.

O crescimento do turismo receptivo: números e tendências
Durante o evento, Gerson Junior, da Porto Azul Receptivo, revelou dados que me impressionaram pelo impacto no setor e mostraram bem a importância da logística e do acompanhamento no destino. Só em janeiro, Porto Seguro recebeu 16 mil clientes atendidos por sua empresa, impulsionados pelo aumento de voos dedicados da Azul Viagens na alta temporada. Entre junho e agosto, são 44 frequências semanais exclusivas, mostrando que, em períodos de maior demanda, o papel do receptivo é ainda mais relevante para acomodar esse fluxo e garantir experiências únicas.
Gerson compartilhou que “a hospitalidade baiana é inconfundível” e que criar experiências surpreendentes é o maior diferencial. Ele acredita que tem a missão de contagiar o turista com um acolhimento marcante e que isso, no fundo, é o que fica na memória. O Ministério do Turismo aponta que o Brasil recebeu mais de 2,3 milhões de turistas internacionais apenas no primeiro trimestre de 2023, com crescimento do perfil de quem busca vivências locais e não apenas visitação de pontos turísticos tradicionais.
Christiane Teixeira, da Luck Receptivo, complementou ressaltando como a integração de serviços amplia a satisfação do turista e, além disso, fortalece toda a cadeia produtiva local. Em seu depoimento, destacou os 36 anos de atuação da Luck no Nordeste, levando viajantes para experiências como:
- Festas de São João em Campina Grande
- Entardecer em Fernando de Noronha
- City tours em Natal
- Visita à Praia do Gunga
Ela defende que o papel do receptivo é organizar, conectar e enriquecer a jornada, indo muito além da hotelaria ou do transporte. Em suas palavras, “é preciso mostrar o que o destino tem de verdadeiro, pois é a experiência que faz o turista voltar”. Em minha opinião, isso resume a essência do turismo moderno.
Como a experiência do viajante muda com receptivos fortes?
Eu percebo uma diferença real quando há estrutura receptiva sólida. O viajante sente segurança, apoio prático e, principalmente, tem acesso a experiências autênticas, não restritas aos roteiros tradicionais. Os números revelados na reportagem sobre crescimento de 30% do turismo receptivo no Brasil entre 2019 e 2025 reforçam que o perfil do visitante mudou. Hoje, há maior demanda por atividades culturais, gastronômicas e experiências fora do óbvio.
Percebo que, quando um viajante se depara com um receptivo preparado, acontece:
- Redução dos imprevistos e mais suporte local
- Melhor aproveitamento do tempo no destino
- Conhecimento de lugares autênticos
- Facilidade em integrar passeios, transfers e alimentação
- Maior sensação de acolhimento e pertencimento
Isso se conecta ao que trabalhamos na La Vou Eu Business Travel, com foco na experiência do cliente e suporte total durante toda a viagem. Aliás, quem busca entender por que viajar junto a uma agência de viagem é sinônimo de tranquilidade pode conferir mais detalhes no conteúdo sobre aproveitamento máximo da viagem com suporte de agência.

Receptivo integrado: além das experiências, impulsionando negócios
O receptivo não se resume a receber bem, mas a articular todo o ecossistema da cadeia turística: transporte, alimentação, atrações, cultura e experiências singulares. Segundo Christiane Teixeira, o turista escolhe o destino pelas experiências e práticas integradas proporcionadas localmente. Concordo, e lembro o quanto essa lógica também vale para o turismo corporativo. Para empresas, um acompanhamento estratégico, relatórios detalhados e boas parcerias com receptivos tornam as viagens mais seguras e produtivas, bastando observar resultados tangíveis como controle de recursos e satisfação dos colaboradores, temas que detalhamos no artigo sobre gestão de viagens corporativas data-driven.
Impacto do ESTour: integração, autenticidade e desenvolvimento
O debate promovido pelo Sebrae-ES mostra que investir em roteiros integrados, qualificação profissional e valorização dos receptivos muda a percepção do turismo local e atrai novos perfis de viajantes. Nas ações de capacitação durante o evento, ficou claro que o turista, seja a lazer ou a trabalho, valoriza cada vez mais experiências personalizadas, transparentes e com acompanhamento durante toda a jornada.
“O receptivo é um dos motores do turismo nacional.” (Christiane Teixeira)
Para mim, a mensagem é simples: um bom receptivo enriquece a memória de viagem e fortalece toda a cadeia turística. Não por acaso, é uma das ferramentas que utilizamos com orgulho na La Vou Eu Business Travel, seja para otimizar viagens de lazer ou proporcionar apoio completo a empresas em deslocamentos corporativos. E se você quiser entender também a força do turismo de negócios na economia, vale acompanhar o crescimento do turismo corporativo previsto para os próximos anos.
Considerações finais
No mundo de hoje, experiências ganham valor maior do que o simples deslocamento. Receptivos bem preparados, integrados e inovadores fazem com que uma viagem se torne inesquecível. A participação de profissionais como Any Brocker, Gerson Junior e Christiane Teixeira, mediada por Giulliana Mesquita no ESTour, reforça meu entendimento de que o futuro do turismo brasileiro está na mão daqueles que valorizam cada passo, do planejamento ao retorno.
Para empresas que desejam ir além na gestão de viagens, recomendo conhecer os diferenciais e benefícios que a La Vou Eu Business Travel oferece. E aproveite para descobrir ainda mais tendências para o setor no nosso guia completo de viagens corporativas.
A gestão de viagens corporativas pode ser muito mais estratégica do que parece. A Lá Vou Eu Viagens atua ao lado das empresas para trazer controle, eficiência e inteligência para esse processo. Faça sua adesão ao nosso plano sem mensalidades hoje mesmo: www.lavoueuviagens.com.br/plano
Perguntas frequentes sobre receptivos turísticos
O que é um receptivo no turismo?
Receptivo turístico é o serviço que recebe e acompanha visitantes em um destino, oferecendo apoio desde a chegada até o retorno, integrando passeios, transfers e experiências locais. Esse serviço vai além da simples recepção, pois conecta o turista a tudo que o destino tem de melhor.
Para que serve o receptivo turístico?
O receptivo serve para garantir que o turista viva experiências autênticas, seguras e personalizadas. Ele organiza a logística local, acompanha o viajante em atividades e resolve eventuais imprevistos, tornando a jornada mais tranquila e enriquecedora.
Como escolher um bom receptivo?
Na minha opinião, escolher um bom receptivo passa por pesquisar histórico, opiniões de clientes anteriores e a oferta de serviços integrados, como passeios temáticos, guias locais capacitados e flexibilidade para adaptar roteiros. Empresas reconhecidas e com anos de mercado, como as mencionadas neste artigo, são bons indicadores de qualidade.
Receptivo turístico vale a pena?
Sim, vale a pena em destinos onde o acolhimento, a segurança e o acesso a experiências autênticas fazem diferença. Um bom receptivo traz benefícios como comodidade, apoio local e enriquecimento da viagem, seja a lazer ou trabalho.
Onde encontrar os melhores receptivos?
Os melhores receptivos costumam atuar em destinos turísticos consolidados, com integração entre operadores, receptivos e empresas locais. O ideal é indicar empresas reconhecidas na região do destino ou consultar agências especializadas, como a La Vou Eu Business Travel, que selecionam parceiros confiáveis para cada tipo de viagem.





