Quando penso em viagens corporativas, lembro das muitas conversas com gestores de RH e administradores que buscam entender se realmente vale a pena contratar uma agência de viagens especializada para sua empresa, e o que se ganha ou se perde com isso. Esse questionamento é mais comum do que se imagina, principalmente quando a economia, o controle e a transparência se tornam urgentes no planejamento do setor de viagens.
O crescimento das viagens de negócios no Brasil
O mercado brasileiro de viagens corporativas está em constante expansão. Em 2024, atingiu um faturamento recorde de R$ 13,5 bilhões, com destaque para o transporte aéreo e a hotelaria, segundo os dados divulgados sobre o setor de viagens corporativas no Brasil (Brasil tem faturamento recorde no ramo de viagens corporativas em 2024). Hoje, boa parte desse volume passa por agências conhecidas como TMCs (Travel Management Companies).
E não para por aí: a previsão para o fim de 2025 é de novo recorde, com projeção de R$ 14,3 bilhões (setor de viagens corporativas fatura mais de R$ 1 bilhão no Brasil em setembro). Entender como cada empresa gerencia estes recursos, e buscar soluções que tragam controle e vantagens, deixa de ser escolha e se torna necessidade.
Gestão interna x agência de viagens: o que comparar?
Já acompanhei muitos cases em que a gestão interna de viagens começa simples, mas logo vira um desafio com múltiplos fornecedores, contratos soltos, pouca clareza em tarifas e nenhum controle real de gastos. A grande dúvida é se migrar para uma agência de viagens corporativas entrega realmente uma redução de custos e mais tranquilidade.
Delegar ou centralizar: cada escolha muda o jeito da empresa cuidar das viagens.
Listei os pontos mais discutidos nos contatos que tive com empresas interessadas na Lavou Eu Viagens. Veja abaixo o que pesa na decisão:
- Controle de despesas e relatórios detalhados
- Economia em tarifas e acordos especiais
- Tempo demandado da equipe interna
- Acompanhamento e suporte 24h
- Transparência nas cobranças
- Política de prevenção de problemas e fraudes
Empresas que optam por uma TMC ganham acesso a soluções de BI, APPs de pedidos, análise de políticas de viagens e especialistas dedicados, como vivenciei na Lavou Eu Viagens, que investe fortemente em automação sem perder o toque humano no atendimento.
Vantagens claras da agência de viagens corporativas
Não posso negar: as vantagens aparecem rápido assim que a parceria com uma agência entra na rotina. Destaco abaixo o que vejo com mais frequência em empresas que tomaram a decisão de migrar para uma solução como a da Lavou Eu Viagens:
- Redução de custos com acordos exclusivos:Agências negociam tarifas melhores com companhias aéreas, redes hoteleiras e locadoras. Isso se traduz em economia real, que pode chegar a 20% em comparação à compra avulsa, como mostram os dados do setor disponíveis em viagens corporativas mantêm crescimento.
- Automação e controle:Com um aplicativo exclusivo para pedidos de viagem, é possível aprovar solicitações, gerenciar reembolsos e monitorar despesas em tempo real. O business intelligence transforma dados em decisões, algo que só vi com o uso consolidado de soluções digitais, como acontece na Lavou Eu Viagens.
- Relatórios e transparência:O gestor recebe relatórios detalhados com métricas de economia, desempenho por equipe e violações de políticas, evitando desperdício.
- Suporte e prevenção de problemas:Equipe disponível antes, durante e após a viagem. Qualquer imprevisto, como perda de voo, deslocamentos ou solicitações de última hora, a agência entra em ação rapidamente.
- Tempo devolvido ao time interno:Delegar a gestão de viagens libera profissionais para tarefas mais estratégicas, reduzindo a carga operacional.
Na Lavou Eu Viagens, a soma desses fatores trouxe uma experiência muito mais fluida para empresas de todos os portes, com destaque para pequenas e médias que buscam crescimento sustentado sem perder o controle.
Desvantagens: vale a pena para todas as empresas?
É claro que contratar uma agência não resolve tudo, e sempre alerto sobre isso em reuniões com gestores que estão comparando modelos. O segredo é entender os casos em que pode haver desafios:
- Alguns custos fixos:Agências costumam cobrar pelo serviço via service fee (taxa de serviço fixa) ou transaction fee (cobrança por transação), o que pode não valer a pena para empresas com demanda muito baixa.
- Padronização que pode limitar exceções:Soluções automatizadas às vezes pedem adaptação. Empresas com solicitações fora do padrão ou processos muito personalizados podem precisar alinhar regras com a agência.
- Mudança cultural interna:Alguns colaboradores sentem resistência ao alterar processos já conhecidos, mesmo que sejam menos eficazes.
Em boa parte dos casos, as vantagens superam os pontos negativos, especialmente se a empresa busca controle e economia, como observei em muitos clientes da Lavou Eu Viagens.
Modelos de cobrança no Brasil: service fee vs transaction fee
Essa dúvida aparece em quase toda reunião: como as agências de viagens corporativas cobram pelo serviço? No mercado brasileiro, predominam dois modelos:
- Service fee: valor fixo por serviço prestado (emissão de passagem, reserva de hotel, etc.).
- Transaction fee: taxa por cada transação realizada, adaptando-se ao volume movimentado.
Ambos buscam transparência: o gestor sabe de antemão quanto vai pagar por cada serviço, o que evita surpresas desagradáveis. Na prática, esse modelo traz previsibilidade ao orçamento, como comentei em textos anteriores.
Pequenas e médias empresas também se beneficiam?
Historicamente, as grandes corporações eram as principais beneficiadas por sistemas e acordos de viagens, mas esse cenário mudou. Hoje, negócios médios e pequenos conseguem economizar e controlar gastos, pois as TMCs adotaram soluções mais flexíveis para todos os perfis, como a Lavou Eu Viagens faz com seus clientes de diversos tamanhos.
Se a frequência é de apenas algumas viagens ao mês, pode parecer que a gestão interna seja suficiente. Mas na prática, mesmo para rotinas enxutas, as economias com tarifas corporativas, os relatórios e a eliminação do tempo gasto justificam a contratação, especialmente quando já se sente o peso da desorganização ou da falta de transparência.
Citando estudos sobre faturamento recorde no setor, o crescimento contínuo da hotelaria, a consolidação dos aplicativos e sistemas, reforço o quanto a adoção de ferramentas modernas ajuda pequenas empresas a competir de igual para igual (viagens corporativas no Brasil alcançam faturamento recorde).
Mais argumentos estão disponíveis no conteúdo sobre experiências práticas de quem já adotou o modelo.
Controle, segurança e transparência: a tríade que define sucesso
Quando se tem acesso a relatórios dinâmicos, suporte contínuo e cobrança transparente, todo o processo de viagens corporativas se torna menos arriscado e mais estratégico. A experiência na Lavou Eu Viagens mostra que empresas que investem nessas três vertentes evitam surpresas, fraudes e problemas reputacionais.
Para se aprofundar em tópicos como política de viagens, acesse o arquivo de pesquisas e dicas do meu blog e outros exemplos de casos bem-sucedidos na gestão profissional de viagens.
Além disso, você encontra excelentes materiais escritos por especialistas como André Marcel Machado, que também compartilham visões únicas sobre economia, controle e o impacto que uma parceria especializada pode ter no resultado de qualquer empresa.
Conclusão: vale a pena contratar agência de viagens corporativas?
No fim das contas, minha resposta é sim: para quase todas as empresas que dependem de viagens frequentes, contar com uma agência de viagens corporativas, como a Lavou Eu Viagens, traz mais vantagens do que desvantagens. O ganho em economia, tempo, segurança e gestão inteligente compensa o investimento, desde que a escolha respeite a política interna e o perfil de viagens daquela empresa.
Se você deseja conhecer mais a fundo como a Lavou Eu Viagens pode transformar a gestão das viagens da sua empresa com atendimento sob medida, faça contato e descubra um novo padrão para o seu setor de viagens.
Perguntas frequentes sobre agência de viagens corporativas
Vale a pena contratar agência de viagens corporativas?
Sim, contratar uma agência de viagens corporativas costuma gerar economia, acesso a tarifas e acordos exclusivos, maior controle dos gastos e suporte contínuo durante todo o processo. Além disso, relatórios detalhados, automação e políticas claras permitem uma gestão mais inteligente das despesas e menor risco de imprevistos.
Quais as vantagens de uma agência de viagens corporativas?
As principais vantagens envolvem redução de custos, relatórios completos, automação de processos, políticas de prevenção, acordos especiais com fornecedores e liberação do tempo da equipe interna para tarefas estratégicas. O suporte personalizado 24h, como ocorre na Lavou Eu Viagens, também faz diferença significativa no acompanhamento do viajante.
Quais as desvantagens de uma agência de viagens corporativas?
Os principais pontos negativos são os custos fixos ou por transação, que devem ser analisados diante do volume de viagens, além da necessidade de adaptação de processos internos e da eventual padronização que limita exceções. Pequenos negócios precisam avaliar se o volume de viagens compensa o investimento.
Como escolher a melhor agência de viagens corporativas?
Busque referências de atendimento, qualidade dos relatórios, soluções de BI, transparência nas cobranças, experiência dos consultores e a capacidade de personalizar o serviço conforme a política da empresa. O histórico e a infraestrutura da agência, como os diferenciais da Lavou Eu Viagens, são pontos a serem analisados cuidadosamente.
Quanto custa contratar agência de viagens corporativas?
Os custos variam de acordo com a agência e o volume de transações. Normalmente, há cobrança de taxa fixa por serviço (service fee) ou taxa por transação (transaction fee), o que oferece previsibilidade ao orçamento. O investimento pode se pagar rapidamente pela economia gerada e pela redução do trabalho operacional interno.





